Há dias em que se apodera de mim uma nostalgia que me corrói aos poucos.
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22 de setembro de 2011
21 de setembro de 2011
Viajar! Perder países!
Comprei na Torre Eiffel uma espécie de moleskine pela qual me apaixonei à primeira vista e soube logo que não conseguiria sair de lá sem levá-la comigo. Comecei a escrever nela há dois dias, cheia de cuidados, mas como é óbvio já tive de usar corrector [não queria rasurar e pareceu-me um mal menor...]. Já pus letras de músicas, uns comentários meus e hoje pus este poema:
Viajar! Perder países!
Ser outro constantemente,
Por a alma não ter raízes
De viver de ver somente!
Não pertencer nem a mim!
Ir em frente, ir a seguir
A ausência de ter um fim
E a ânsia de o conseguir!
Viajar assim é viagem.
Mas faço-o sem ter de meu
Mais que o sonho da passagem.
O resto é só terra e céu.
Fernando Pessoa
Porque hoje me deu uma saudade de viajar, porque por mim passava a vida a viajar. Apesar do cansaço e da saudade de voltar, viajar é a melhor coisa do mundo. Outra coisa que gostava mesmo era de fazer uma grande viagem sozinha, mas até lá preciso de ganhar muita [mesmo muita] coragem.
18 de setembro de 2011
stuff
Tenho de continuar a fazer o diário do InterRail mas não ando com muita vontade.
Comprei uns auscultadores novos, são cor-de-rosa, mas muito claro - foi amor à primeira vista e os meus últimos avariaram.
Tenho de estudar mas não me apetece.
Ando com uma fome descontrolada.
Quero viver no álbum dos The Kooks.
Tenho uma paixão pelo Witsel.
Tenho uma paixão pelo Witsel.
O regresso às aulas fez-me, claramente, mal à cabeça.
16 de setembro de 2011
E tenho medo delas também.
Uma das coisas que mais detesto ouvir é uma mota a acelerar. I.e., quando são aqueles idiotas que se põem na frente dos semáforos à espera do segundo em que este muda para verde e toca lá de fazer uma barulheira que é capaz de se ouvir no Japão. Pior só aquelas scooters que não andam um cu mas em que eles adoram acelerar e sentirem-se (?) os reis do mundo. Pronto, eu odeio motas.
14 de setembro de 2011
Para-para-paradise
When she was just a girl,
She expected the world,
But it flew away from her reach,
So she ran away in her sleep.
Dreamed of para-para-paradise,
Para-para-paradise,
Para-para-paradise,
She expected the world,
But it flew away from her reach,
So she ran away in her sleep.
Dreamed of para-para-paradise,
Para-para-paradise,
Para-para-paradise,
Every time she closed her eyes.
notas
Acabei de ler o Lituma nos Andes (Mario Vargas Llosa) e comecei a ler o Vinte Mil Léguas Submarinas (Júlio Verne).
Voltei para Lisboa.
Comecei as aulas, que são quase todas em inglês por causa dos alunos de Erasmus.
A turma está reduzida e eu sinto-me sozinha.
4 de setembro de 2011
Tirando as pessoas que fazem a carta pelo telefone [a avaliar pela qualidade da sua condução] este é capaz de ter sido o exame mais rápido de sempre
Fez ontem 3 anos que tenho carta. Lembro-me como se fosse hoje, estava nervosíssima porque estava quase a vir para Lisboa e queria mesmo deixar aquilo despachado. Como foi uma rapariga antes de mim e não passou e eu sabia que aquele examinador era muito chato e picuinhas, fiquei ainda mais nervosa mas lá ganhei força nas pernas e dirigi-me até ao carro. Ao fim de 10 minutos a conduzir ele manda-me ir em direcção à escola de condução [aquilo é tão pequeno que o trajecto do exame é sempre o mesmo] ainda não tinha eu feito inversão de marcha nem marcha atrás e o que pensei eu? "Boa, já chumbaste e nem sabes porquê!". Mas afinal não, ao chegar à escola mandou-me fazer outro tipo de estacionamento e no final disse-me que eu estava aprovada.
E pronto, mais um perigo na estrada desde 3 de Setembro de 2008, ainda com pouca experiência no assunto visto que estou fora da minha residência durante cerca de 10 meses em 12, mas que adora conduzir.
31 de agosto de 2011
ciclos
Cerca de 6 anos depois de atirar com os óculos para um canto (o oftalmologista disse que só precisava para estudar e eu já os usava desde a primária) parece que vou voltar a usá-los. Ainda não fui tratar do assunto mas está para breve. Na última época de exames tive imensas dores de cabeça (literalmente) e não me parece nada mal voltar a usá-los quando for preciso.
isto hoje está porreiro #2
Apetece-me tanto escrever mas faltam-me as palavras. Falta-me saber por onde começar. Quando finalmente me decido percebo que não é boa ideia escrever sobre isso.
Já uma vez me queixei disto aqui, mas apetece-me voltar a dizê-lo: a minha cabeça pensa demasiado, faz demasiados filmes e o que eu precisava mesmo era de um botão Stop e de um Delete.
Quero ser fria e calculista durante uns tempos. Pronto.
31 de julho de 2011
os nervos
O avião que me vai levar a Lisboa está atrasado e ainda estou em casa. Hoje estou a aperceber-me que estou extremamente nervosa. Ou será ansiosa? O passo mais difícil é dizer adeus aos pais, depois acabam-se as despedidas e a Europa é o limite.
Falta 1 dia, 1 hora e 31 minutos.
Falta 1 dia, 1 hora e 31 minutos.
28 de julho de 2011
Já tinha saudades
Ficar até às tantas na conversa, com tanta vontade de dar gargalhadas e ter de me encolher para não acordar ninguém.
26 de julho de 2011
And I'm on my way... oh, somewhere
We're in a race against time
And time might be winning
(...)
How long must you wait?
How long must this take?
Wake up
Wake up
Wake up
Wake up
And time might be winning
(...)
How long must you wait?
How long must this take?
Wake up
Wake up
Wake up
Wake up
Left & Right in the Dark - Julian Casablancas
Há dias em que apetece cantar, em altos berros, como se a nossa vida dependesse disso, principalmente, quando as letras nos dizem tanto.
25 de julho de 2011
weird stuff
Durante o dia de hoje tive vários momentos em que senti que já tinha vivido aquilo que se estava a passar, vi certas coisas com a sensação que já as conhecia há imenso tempo quando não era verdade. They call it déjà vu.
22 de julho de 2011
que raio
às vezes consigo ser o desastre em pessoa. damn!
17 de julho de 2011
indie
Há cerca de um ano atrás ouvi falar pela primeira vez deste género musical e demorei algum tempo até perceber o conceito e quais as bandas a ele associadas. Hoje é o tipo de música que mais gosto de ouvir e que enche o meu iPod. I ♥ indie music.
bike
Como o tempo cá tem estado uma grande merda porcaria, em vez de ir correr, tenho pedalado na bicicleta de andar parado (não sei o nome técnico) que temos cá em casa há séculos, a pobre já não tem a interface digital a funcionar (dizia as calorias que se perde e a distância que se anda) mas deixa pedalar que é o que interessa. 35 minutos dia sim, dia não, a ouvir música faz-se muito bem e ajuda-me a preparar os quilómetros que vou trazer nos pés quando voltar do interrail.
16 de julho de 2011
velhice é
estar a escrever um post e ter uma ideia para outro, acabar o que estava a escrever e já não me lembrar do que queria dizer.
tirem-me daqui
Isto de se ser alérgica à nossa terra é muito triste. Ele é comichão nos olhos, no nariz, na garganta, nos ouvidos um dia depois de aterrar cá. Farto-me de espirrar o dia todo e não há medicação que faça passar isto. Passo as noites a rondar o desespero na tentativa de adormecer e abuso no único spray que me alivia e faz dormir. Por isso, pais que (não) me estão a ouvir, por favor sempre que eu estiver de férias levem-me para o Algarve, sim?
14 de julho de 2011
diz que são férias
O serão de hoje está a ser passado a jogar Monopólio online, aqui.
futebol
Posso começar por dizer que sou sócia do Benfica desde 1994, tinha eu 4 anos. Sempre me habituei a ver os jogos (quase) todos com o meu pai e a mandar bitaites sobre tudo. Devo dizer que tenho plena consciência que não tenho grande olho para isto, porque ver foras de jogos antes do árbitro apitar ou das repetições não é para mim, assim como saber que uma equipa está a jogar em 4x4x2 ou 4x3x3, sei porque aparece no início do jogo, mas não sou capaz de distinguir isso em campo já para não falar daqueles grandes malucos que se lembram quem marcou um golo num jogo da Champions em mil novecentos e troc'ó passo.
Gosto quando marcamos golo, quando eles festejam. Detesto jogos em que fazer faltas é palavra de ordem (Deus abençoe o Boavista), não gosto nada quando vão reclamar com o árbitro, porque, queridos!, isso nunca alterou nada a vosso favor, muito pelo contrário, se fosse comigo já estavam a levar com o cartão amarelo antes de abrirem a boca, outra que não suporto são mergulhos na piscina e fitas. Sejam homens a jogar e não chorem a menos que estejam mesmo lesionados.
Não suporto o Porto, é ódio mesmo. Reconheço que eles têm uma forma de trabalhar muito própria, que se empenham imenso, mas aquilo cheira-me sempre a marosca, a favores, etc e tal. Os meus queridos sportinguistas, pobres coitados, já há muito que deixaram este campeonato, contentam-se com um 3º ou 4º lugar e com as derrotas do Benfica então nem se fala! Isto tudo para dizer que ao longo dos anos, e especialmente depois de ter vindo para a faculdade, deixei de ter paciência para ver jogos. Muito de vez em quando vou ao estádio, isso sim deixa-me completamente extasiada, fui para o Marquês quando fomos campeões, mas acho que ando a perder a fé nisto. Parece que há coisas mais importantes do que ver 22 (+1) macacos a correr atrás de uma bola.
Mais, desde que me apercebi que o 2º maior clube de Portugal é o Anti-Benfica perdi toda a fé na Humanidade. Get a life!!!!
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