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19 de novembro de 2011

Macintosh

Este semestre os Macs andam a perseguir-me, para qualquer lado que vá lá está um a olhar para mim sorrateiramente, o safado. São os professores, as pessoas na biblioteca, nos cafés. Não sei se foi depois de ter morrido o Steve Jobs que deu uma febre a muita gente (espero que não), mas a verdade é que eu ando cheia de vontade de ter um também. E confesso que, para já, é só pelo aspecto (venham de lá essas pedras), embora já tenha ouvido falar maravilhas sobre os ditos. Inclusive, já tive um professor que disse que quando tinha Windows vivia na escuridão.

9 de novembro de 2011

boa noite

Acabei de chegar a casa agora e tinha saído às 12h de ontem. A minha primeira noite a trabalhar @ist. Foi giro mas tenho de ir dormir.

31 de outubro de 2011

sendo que a última vez foi em Setembro

Pergunto-me quando será a minha próxima saída à noite em Lisboa. Carnaval? Oh, triste vida. É por estas e por outras que acho que era mais feliz se já trabalhasse e não tivesse testes, relatórios e projectos para fazer até Dezembro e depois não tivesse exames em Janeiro.

Bom Halloween


Divirtam-se que eu estou a fazer um teste e não vou sair.

17 de outubro de 2011

dias longos

Acordar às 7h. Apanhar o autocarro às 7h40. Estar à porta da secretaria às 8h, 2 pessoas à minha frente. Estudar. Pedir os dois certificados de matrícula que precisava às 9h10. Estudar na biblioteca. Almoço às 12h. Aulas das 12h30 às 18h15. Chegar a casa às 18h45. Ler blogues até agora. De seguida vou jantar. Quando voltar ainda tenho de ler enunciados de projectos. Escolher 3 para uma cadeira e perceber o que fazer no projecto da outra. Quiçá ir dormir.

11 de outubro de 2011

leve

Sinto-me com menos uns kgs em cima. Isto só porque resolvi aquele problemita com o rapaz e já estou muito mais aliviada por saber que não vão surgir mais convites [e que não vou ter mais de dar largas à imaginação para arranjar uma razão para não ir]. 
A coisa foi mais ou menos simples [confesso que já devia ter dito isto há mais tempo para evitar que a situação se arrastasse tanto, mas, em minha defesa, eu achava sempre que as minhas constantes negas eram bastante explícitas] e baseou-se em eu dizer que estava interessada noutra pessoa [o que não é totalmente mentira, mas não é coisa que se resolva nos próximos meses ou tão pouco que se resolva] e que não me parecia grande ideia andar a combinar coisas com ele. Pedi que não insistisse mais e que compreendesse a minha posição.
Graças ao bom senso do rapaz, nem foi mal educado comigo, prontificou-se a retirar o convite e a desculpar-se.
Tudo está bem quando acaba bem.

2 de outubro de 2011

:'D

A irmã da minha melhor amiga está prestes a ter um bebé [na Madeira] e eu estou numa ansiedade tal que até fico com lágrimas nos olhos. Eu bem tenho achado que o meu instinto maternal anda muito em alta. Demasiado para o meu gosto, até.

4 de julho de 2011

até lá

Vou hoje para Sintra para casa da minha madrinha que tem 3 filhos e volto terça ao fim do dia. Não sei se é o síndrome da filha única, mas não resisto àqueles sorrisos encantadores que as crianças conseguem ter e não tenho quaisquer problemas em brincar com eles. A ver se ainda tenho queda para isto.

3 de julho de 2011

3 anos

Desde miúda que queria sair dali, era tudo demasiado pequeno. Toda a gente se conhecia, toda a gente via e comentava, não havia grande hipótese de manter segredos lá. Viver em Lisboa era o grande sonho, ser independente, não ter de dar justificações para tudo e mais alguma coisa. Tendo em conta que só vou a casa no Natal, nas mini-férias entre o 1º e o 2º semestre e no Verão, as saudades de casa nunca me atormentaram muito, claro que houve noites em que chorei baba e ranho, devido ao cansaço e ao stress, porque é nesses momentos de fraqueza que tudo se torna mais complicado. Mas torna-se tudo uma questão de hábito e já não ligo quando alguém me diz que está muito revoltado porque há dois fins-de-semana que não vai a casa. Right, tenta 3 meses.
Foram três anos que passaram tão rápido no meio de laboratórios, relatórios, projectos, testes e exames. No meio de jantares de curso e de saídas em que beber e dançar foram (e continuam a ser) as palavras de ordem e, o mais importante de tudo, fiz amigos que sei que vão ficar para a vida.
Vir para a faculdade é, na maior parte dos casos, sinónimo de crescer. Finalmente percebemos que o secundário era coisa de meninos e que ficar agoniada quando tinha 40 páginas para estudar para um teste era ridículo, quando agora tenho livros com mais de 1000 para um exame. Percebemos, também, que em certos aspectos há coisas que não mudam assim tanto, as pessoas continuam a importar-se com o que fazes e deixas de fazer porque de certeza que a sua própria vida não lhes chega. Que não se pode ter tudo, não dá para dormir, sair e estudar. Há que fazer opções e lidar com as consequências sem ter ninguém para nos dar uma palmadinha nas costas.
Foram 3 anos de licenciatura e agora vêm mais dois de mestrado. Consta que agora as cadeiras são mais específicas e não tanto o tudo-o-que-precisa-para-ser-um-engenheiro, há um semestre planeado para fazer Erasmus e a tão temida tese. Venha o quarto ano!

2 de julho de 2011

esse órgão misterioso que é o cérebro

Acho que toda a gente já ouviu alguém falar sobre aqueles instantes que antecedem a morte, quando uma pessoa está consciente. No entanto, só sabemos isso porque, na verdade, a pessoa não morreu e está cá para contar a história. De qualquer das formas, não deixa de ser curioso a vida a passar-nos pelos olhos momentos antes de (supostamente) morrermos.
Infelizmente, isso já me aconteceu uma vez, em que ia sufocando com comida presa na garganta, há quase 3 anos. Lembro-me de ver uma série de imagens minhas desde pequena e foi quando, numa última tentativa, consegui tirar aquilo e voltar a respirar. Diria que é uma daquelas situações responsáveis pelo sistema nervoso simpático, devido à produção de adrenalina, em que nos preparamos para "lutar ou fugir" (teoria da fisiologia), mas, por melhor que seja a intenção, são segundos assustadores, que mais parecem horas.
Creepy, the human brain.

27 de junho de 2011

...

Pode ser que durante uma semana se lembrem de usar sempre o cinto.

22 de junho de 2011

dramas

Drama 1: Vim há bocado do cabeleireiro e lá deixei, sem exageros, uns 10cm de cabelo. Acho que o cabelo assim até me fica bem, mas já tenho saudades da minha enorme juba rebelde e da ondulação com que ficava quando ia à praia. 

Drama 2: Amanhã pela manhã regresso à capital. Praia e piscina: vão deixar saudades.

18 de junho de 2011

report

Não houve sardinhas (ainda!) mas houve frango da Guia no restaurante original, onde sabe sempre melhor. Hoje já dei dois mergulhos na piscina e nos intervalos estive a estudar debaixo do guarda-sol e consta que amanhã é para ir à praia logo de manhã. Para tudo ser perfeito só faltava não ter de estudar para os dois exames que ainda tenho por fazer.

17 de junho de 2011

vida de estudante é

Ter um teste até às 20h30. Chegar a casa e jantar. Fazer um exercício para entregar no dia seguinte. Imprimir os relatórios para, amanhã de manhã, preparar a oral com os restantes elementos do grupo. Fazer a mala. Limpar o quarto e a casa de banho. Ver uma série. Ler. Acordar às 8h30. Estudar os relatórios. Oral. Ver os pais e seguir para a casa do Algarve. Com sorte, ir jantar sardinhas à beira-rio (Arade).