Depois desta noite, ainda gosto mais d' O Artista do que quando saí da sala de cinema. Ai Jean Dujardin, ai.
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27 de fevereiro de 2012
10 de fevereiro de 2012
8 de fevereiro de 2012
movies
Neste momento tenho 7 filmes para ver e não sei por qual hei-de começar. Alguma sugestão?
50/50
Submarine
Melancholia
Drive
Moneyball
The Ides of March
The Descendants
21 de janeiro de 2012
day off
Só estes dois para me arrastarem sozinha até ao cinema. Para variar, o primeiro foi muito melhor do que este. Quem foi o idiota que se lembrou de arrumar com a única mulher decente do filme?
31 de dezembro de 2011
Livros, Álbuns, Filmes e Séries em 2011
Livros: As Travessuras da Menina Má, Mario Vargas Llosa. O Ano da Morte de Ricardo Reis, José Saramago. a máquina de fazer espanhóis, valter hugo mãe.
Álbuns: Angles, The Strokes. Suck It And See, Arctic Monkeys. El Camino, The Black Keys. The English Riviera, Metronomy. For Emma, Forever Ago, Bon Iver. Handmade, Hindi Zahra. Le Fabuleux Destin d'Amélie, Yann Tiersen. Toque Dela, Marcelo Camelo. Victorious, The Perishers, Broken Bells, Broken Bells.
Filmes: The Tree of Life, Into The Wild, Cinema Paradiso, Blue Valentine, Despicable Me, Before Sunshine, The King's Speech, Last Night, Remember Me, Black Swan, Midnight in Paris.
Séries: Seinfeld, Modern Family, The Big Bang Theory.
20 de dezembro de 2011
just saying
Devia existir um género de IMBb para músicas e para livros. The Internet Music Database e The Internet Book Database soavam bem, não?
16 de dezembro de 2011
Ghosts that we knew
Estou um bocado a mil. No domingo chego finalmente a casa, depois de mais de 4 meses e meio, e este ano estou particularmente ansiosa por voltar. Mais um bocado e ainda choro de emoção. Já sei que vou sentir o coração pequenino quando vir aquele bocadinho de terra da janela do avião. Espero sinceramente ir do lado direito para poder cumprir o ritual de verificar que a minha casa ainda está no mesmo sítio, não vá ela ter fugido. É capaz de ser um bocadinho ridículo é isso mesmo que se passa toda a santa viagem. Estou com algumas saudades daquela sensação tão boa e ao mesmo tempo tão assustadora que é sentir o estômago a descer à medida que descolamos e daquele frio na barriga sempre que estamos prestes a aterrar na mini-pista.
Por hoje contento-me com o Melancholia, pipocas, mantinha e o meu Saramago antes de adormecer :')
[♫]
11 de dezembro de 2011
10 de dezembro de 2011
Before Sunrise
Celine: I believe if there's any kind of God it wouldn't be in any of us, not you or me but just this little space in between. If there's any kind of magic in this world it must be in the attempt of understanding someone sharing something. I know, it's almost impossible to succeed but who cares really? The answer must be in the attempt.
5 de outubro de 2011
such a busy girl
Três meses depois, vou pôr os pés no cinema. Midnight in Paris.
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Gostei muito, mas acho que os filmes do Woody Allen caem sempre na mesma temática - destruição de casais.
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Gostei muito, mas acho que os filmes do Woody Allen caem sempre na mesma temática - destruição de casais.
25 de setembro de 2011
24 de setembro de 2011
14 de setembro de 2011
cinema
se houver alguém que acredite que não há uma única pessoa que não tenha visto o último filme do Harry Potter que se desengane porque eu sou a prova. uma prova vergonhosa, está certo, but still.
isto para dizer que espero muito em breve ir ao cinema mas para ver o Midnight in Paris. além de ter uma óptima pontuação no imdb (8.1) tem imagens que me são muito familiares. Paris é sem dúvida uma cidade encantadora, menos o metro que é muito mal-cheiroso, mas isso fica para outra altura.
14 de julho de 2011
o fabuloso mundo Harry Potter
![]() |
| Via weheartit.com |
Sempre fui fã dos livros, li-os todos claro (os primeiros 6 duas vezes). Adorei os filmes e tenho mesmo pena de não estar em Lisboa para a estreia, porque sabe Deus quando é que o filme chega aqui. Sei que quando o vir vou ficar com a mesma sensação com que fiquei quando terminei o último livro. Quando gosto de uma história desejo que ela dure para sempre, que nunca acabe e que possa sempre ler mais. Mas, inevitavelmente, é o fim da saga Harry Potter. E eu odeio despedidas.
1 de julho de 2011
cinema
Fui hoje à tarde ver o Tree of Life e devo dizer que precisava que alguém me explicasse certos pormenores do filme. No início fiquei a pensar "Boa, vim gastar dinheiro num documentário do National Geographic sobre as origens do mundo" que, por acaso, até e coisa que me fascina, mas, quer dizer, podiam ter-me avisado antes. Depois sempre percebi que a coisa ia avançar. Penso que deve ser de mim mas tenho um certo problema com filmes demasiado lentos, onde parece que andam ali a fazer render uma coisa que não tem assim tanto que se lhe diga. No entanto, houve momentos em que essa lentidão (queria uma palavra que não fosse tão agressiva, mas não me ocorre nenhuma) foi simplesmente perfeita. Cenas absolutamente deliciosas com uma banda sonora de arrepiar. O problema, para mim, foi o fim. Ou a época de exames me fez muito mal à cabeça, ou aquilo é mesmo para não se entender e nos deixar a imaginar cenários, cada um mais descabido que o anterior.
20 de junho de 2011
José e Pilar
Acabei agora de ver o filme e devo dizer que adorei. Fiquei com uma ideia totalmente diferente do José Saramago, não que tivesse alguma pré-concebida, porque, de facto, não sabia muito sobre ele, mas conseguiu surpreender-me muito. Se houve momentos em que me ri, outros houve em que fiquei com os olhos carregados de lágrimas. Não deixa de ser triste saber que por mais que se queira não se pode pedir mais tempo, no entanto, ele dizia que foi feliz e que não poderia ter tido uma vida melhor. E o amor dele pela Pilar? Completamente invejável de tão espantoso e ternurento que é. Um dia hei-de beijar o meu amor no cruzamento da rua José Saramago com a rua Pilar del Rio. :’)
19 de junho de 2011
ontem
Estive a ver a primeira parte do José e Pilar, que está a passar este fim-de-semana na SIC, e tenho de confessar que estou a adorar. O José Saramago já tem um lugar especial no meu coração, estou a adorar a forma como ele fala, a forma como ele consegue ser afectuoso e, por vezes, também um pouco rude e a forma como ele encara Deus e a religião. E a Pilar. A Pilar. Dei por mim a perguntar como estará ela a viver sem o seu grande amor. Porque ficar triste e deprimida não era para ela, segundo disse, mas era o seu amor, afinal de contas. Espero sinceramente que ela continue com a mesma energia e garra que mostra no filme. Quanto a leituras, tenho mesmo de ler outro livro dele, li o Memorial do Convento e penso que por ter sido por obrigação não o apreciei devidamente (estou a ponderar voltar a lê-lo), no ano passado li O Ano da Morte de Ricardo Reis e devo dizer que adorei, e por isso mesmo, gostava de ler mais, sendo que o próximo que está na lista é O Evangelho Segundo Jesus Cristo.
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