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31 de dezembro de 2011

Livros, Álbuns, Filmes e Séries em 2011

Livros: As Travessuras da Menina Má, Mario Vargas Llosa. O Ano da Morte de Ricardo Reis, José Saramago. a máquina de fazer espanhóis, valter hugo mãe.

Álbuns: Angles, The Strokes. Suck It And See, Arctic Monkeys. El Camino, The Black Keys. The English Riviera, Metronomy. For Emma, Forever Ago, Bon Iver. Handmade, Hindi Zahra. Le Fabuleux Destin d'Amélie, Yann Tiersen. Toque Dela, Marcelo Camelo. Victorious, The Perishers, Broken Bells, Broken Bells.

Filmes: The Tree of Life, Into The Wild, Cinema Paradiso, Blue Valentine, Despicable Me, Before Sunshine, The King's Speech, Last Night, Remember Me, Black Swan, Midnight in Paris.

Séries: Seinfeld, Modern Family, The Big Bang Theory.

20 de dezembro de 2011

just saying

Devia existir um género de IMBb para músicas e para livros. The Internet Music Database e The Internet Book Database soavam bem, não?

25 de agosto de 2011

tudo e nada

É com imensa vergonha que digo que durante este Verão (ainda) não li um único livro que seja. Ainda levei um livro para ler durante a viagem, mas todos os bocadinhos que tinha livres eram aproveitados para descansar (leia-se dormir). Nas viagens de comboio - que foram quase sempre de noite - aproveitava para dormir e ouvir música, o que era óptimo para me distanciar das pessoas com quem viajava (às vezes também era preciso) e me dava sempre uma certa paz já que durante o dia não ouvia.
Pode parecer cliché mas as viagens de comboio - especialmente quando se vai sentado à janela - proporcionam óptimos momentos de reflexão. Para mim foi sempre inevitável não pensar na minha vida enquanto via a paisagem a passar na janela. E apesar de poder parecer um momento algo triste dava-me imensa paz olhar lá para fora e ver tudo e nada ao mesmo tempo.

24 de julho de 2011

os que se seguem

Os livros que tenho comprados e que serão os próximos a ser lidos são dois. Beloved de Toni Morrison e Lituma nos Andes de Mario Vargas Llosa. São dois autores que ganharam o Prémio Nobel e os livros custaram-me quase 2€ cada um - vinham com a Sábado, se não me engano, mas comprei-os sem a revista. O primeiro, que é o que vou começar a ler hoje, pelo que li na sinopse parece fantasioso por isso estou algo reticente (só li a sinopse depois de comprar o livro), vamos lá ver se gosto. Como este tem 350 páginas devo levá-lo no interrail e levo o do Vargas Llosa como reserva.
Agora, os próximos livros que eu gostava (e vou) mesmo de ler são: O Evangelho Segundo Jesus Cristo, José Saramago; Servidão Humana, William Somerset Maugham; Metamorfose, Franz Kafka [conto]; Lolita, Vladimir Nabokov; O Primo Basílio, Eça de Queiroz; Crime e Castigo, Fiódor Dostoiévski; Vinte Mil Léguas Submarinas, Júlio Verne.
só acredito nos homens. finalmente, só acredito nos homens, e espero que um dia se arrependam. bastava-me isso, que um dia genuinamente se arrependessem e mudassem de conduta para que fosse possível acreditarem uns nos outros também. mais do que isso, sinto apenas angústia.

antónio silva
a máquina de fazer espanhóis, valter hugo mãe

e assim terminei mais um livro. não o li com grandes pressas, gostei de me ir demorando em certos pormenores. gostei muito.

20 de julho de 2011

estado da nação

é que somos estuporados por todo o lado, pagamos o mesmo que a europa paga por qualquer coisa, mas ganhamos três vezes menos. temos salário de rato. salários de humanos de segunda. porque os nossos governos não têm tomates suficientes para ler a bola e ordenar que o benfica seja campeão. porra, o que é que se passa. a maior fábrica de futebol nacional não produz resultados à altura há muito tempo, e ninguém faz nada. vocês já perceberam que se o benfica fosse campeão o país até se começava a levantar da letargia. dizem que têm seis milhões de adeptos, o benfica campeão havia de funcionar como combustível nos espíritos da nação e pôr esta gente toda a bulir. (...) se a bola não percebe de livre e espontânea vontade que o benfica não está à altura dos seus sonhos, tem de ser obrigada a isso. tem de haver uma lei que a obrigue a falar apenas do porto e a glorificar o porto, até que sejamos todos portistas e regozijemos com as suas vitórias e comecemos a trabalhar alegremente a cada vitória do clube do norte, porque os seus jogadores bem o merecem e porque assim estaremos novamente a investir no país. não entendem. tem de ser. não faz sentido uma nação de gente que sofre por um perdedor obrigado a ganhar. é masoquismo. há que desistir de utopias parvas, (...).

a máquina de fazer espanhóis, valter hugo mãe

embora seja triste é a mais pura das verdades. sem dúvida que o benfica campeão dava outro alento ao país, mas acho que o mal está mesmo nisso. eu gosto de futebol, mas a minha vida não gira em torno do campeonato, há mais coisas que me preocupam sem ser a defesa do benfica. 
infelizmente, a nossa sociedade vive muito do (e para o) futebol. se um dia alguém (Karl Marx) disse que a religião é o ópio do povo, eu arriscava-me a dizer que o futebol é o ópio dos portugueses.

16 de julho de 2011

dos livros

Na minha, ainda, curta existência deparei-me com dois tipos de livros. Aqueles que se baseiam na acção, onde está sempre a acontecer alguma coisa e são praticamente feitos de diálogo e aqueles que têm longos parágrafos descritivos ou com teorias da vida. Os segundos requerem muito mais esforço de leitura, mas acabam por ser os meus preferidos. 
Por exemplo, quando estou a ler a máquina de fazer espanhóis muitas são as vezes em que me apetece transcrever certas partes de tão boas que são e é isso que me faz gostar mais deste tipo de livros. Claro que também adoro aqueles em que simplesmente não dá para parar de ler de tão viciantes que são, porque, de certa forma, intriga-me a capacidade que alguém consegue ter de cativar as pessoas através da escrita (uma qualidade que eu gostava de ter).
(in)Felizmente, nunca vão faltar livros para ler, como diz uma frase que está no metro do Saldanha, que um dia hei-de anotar:
Entrei numa livraria. Pus-me a contar os livros que há para ler e os anos que terei de vida. Não chegam, não duro nem para metade da livraria. Deve certamente haver outras maneiras de se salvar uma pessoa, senão estou perdido.

14 de julho de 2011

o fabuloso mundo Harry Potter

Via weheartit.com

Sempre fui fã dos livros, li-os todos claro (os primeiros 6 duas vezes). Adorei os filmes e tenho mesmo pena de não estar em Lisboa para a estreia, porque sabe Deus quando é que o filme chega aqui. Sei que quando o vir vou ficar com a mesma sensação com que fiquei quando terminei o último livro. Quando gosto de uma história desejo que ela dure para sempre, que nunca acabe e que possa sempre ler mais. Mas, inevitavelmente, é o fim da saga Harry Potter. E eu odeio despedidas.

12 de julho de 2011

estou a fazer o mesmo

valter hugo mãe, no livro que estou a ler, não põe maiúsculas no início das frases ou nos nomes das pessoas.

22 de junho de 2011

os meus livros, parte II

Quando olhei para a lista aqui ao lado tive um pequeno trauma: tão poucos em 6 meses. Tenho mesmo pena que os livros sejam tão caros e que eu não me aventure a ler noutras línguas, porque já reparei que a diferença de preços é gigante, no entanto, os livros de autores portugueses são tão ou mais caros que os outros, ainda estou para saber porquê. Outra que me aflige é o preço dos DVD, já que em muitos dos casos têm um preço aproximado ao dos livros (quando não são mais baratos). Tenho mesmo de me virar para os livros de bolso, não sem antes comprar uns óculos.

os meus livros

Como boa preguiçosa que sou e sempre fui, quando era mais pequena não achava grande piada a leituras. Acho que o pior era mesmo começar, porque se a história me agradasse devorava aquilo num instante. Entretanto fiz-me uma mulher crescida (not) e hoje em dia gosto muito de ler, embora saiba que não dedico  o tempo que gostaria à leitura. Por vezes, em tempos complicados em termos de estudo, acabo por deixar os livros que não são de estudo um pouco de lado porque me incomoda ler meia dúzia de páginas por dia e demorar uma eternidade a lê-lo, embora já me tenha acontecido desejar que um livro não acabasse (Travessuras da Menina Má de Mario Vargas Llosa). Hoje acabei de ler o Um Dia de David Nicholls e gostei muito, mas devo dizer que tenho sempre um certo problema com este tipo de finais (não me vou alongar caso por aqui passe alguém que não o tenha lido). Infelizmente, não trouxe mais nenhum porque achei que este dava até voltar a Lisboa. O próximo que se segue é A Máquina de Fazer Espanhóis de Valter Hugo Mãe quiçá depois do último exame, no dia 28. 

19 de junho de 2011

ontem

Estive a ver a primeira parte do José e Pilar, que está a passar este fim-de-semana na SIC, e tenho de confessar que estou a adorar. O José Saramago já tem um lugar especial no meu coração, estou a adorar a forma como ele fala, a forma como ele consegue ser afectuoso e, por vezes, também um pouco rude e a forma como ele encara Deus e a religião. E a Pilar. A Pilar. Dei por mim a perguntar como estará ela a viver sem o seu grande amor. Porque ficar triste e deprimida não era para ela, segundo disse, mas era o seu amor, afinal de contas. Espero sinceramente que ela continue com a mesma energia e garra que mostra no filme. Quanto a leituras, tenho mesmo de ler outro livro dele, li o Memorial do Convento e penso que por ter sido por obrigação não o apreciei devidamente (estou a ponderar voltar a lê-lo), no ano passado li O Ano da Morte de Ricardo Reis e devo dizer que adorei, e por isso mesmo, gostava de ler mais, sendo que o próximo que está na lista é O Evangelho Segundo Jesus Cristo.